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Reunião com Lanches do Tillmann Hamburgueria.

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Olá amigos do Duas Rodas Moto Grupo a nossa reunião neste sábado dia 02 de Setembro foi na casa do Marcio Tillmann e tbem aonde ele estaciona o seu carrinho de Lanche com atendimento de Segunda a Sexta apartir das 5h da tarde oferece lanche de Costela, Alcatra e Picanha e todos acompanham Batata Fritas e foi muito está com os amigos do Grupo e decidindo questão do motociclismo como viagens, encontros e regras e depois nos deliciamos nos lanches oferecido pela Tillmann Hamburgueria.

Vejam as fotos da nossa reunião: https://www.facebook.com/duasrodas.motogrupo/media_set?set=a.1539765596080191.1073742117.100001402960276&type=3


Passeio ao Fluss Haus 2017

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Olá amigos do Duas Rodas Motogrupo a aventura da vez foi a Viagem para Fluss Haus em São Martinhos e saímos de Joinville as 8h da manhã com muita chuvas e determinação e fomos em 5 motos e um carro de apoio para encarar os 300km e depois de 6horas de viagem chegamos a São Martinho e a viagem foi tranquila e desafiadora pois pegamos 30 km de estrada de chão e alguns escorregões chegamos a são e salvo.

O Flus Hauss com certeza tem o melhor café colonial no sul do Estado e paisagem no caminho é de tirar o folego é uma rota de beleza naturais espetacular e vale muito a pena ir varias vezes e os moradores são bem receptivos e os habitantes de origem alemãs são muitos caprichosos.

No final saímos com chuvas no destino a Joinville tivemos um contra tempo com a moto de nosso amigo que deu problema na bateria e todos ficaram até resolver o problema e assim que foi consertado seguimos viagem e chegamos na nossa cidade todos bem e foi mais uma experiência e que ficará para sempre.

.Clica na imagem para vê mais fotos:

Aniversario Duas Rodas MotoGrupo 2017.

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Esse mês de abril comemoramos mais um ano do  Duas Rodas MotoGrupo e celebramos com estilo na SEDE do grupo com direito a musicas anos 80 e 90 e reunimos com todos os integrantes e tbem comemoramos o Aniversario do presidente do Grupo CIDE e a festa estava excelente e todos se divertiram e esse ano promete com muitas viagens, encontros e a Confraternização com os amigos Motociclistas.



Clique no link para ver as fotos.
https://www.facebook.com/duasrodas.motogrupo/media_set?set=a.1392711750785577.1073742101.100001402960276&type=3&pnref=story.unseen-section

Passeio no Rastro da Serpente 2017

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Foi uma viagem maravilhoso com os nossos Amigos do Duas Rodas Motogrupo e foi um desafio enfrentar 1.200 curvas o rastro da Serpente é um passeio obrigatório para os amantes do Moto-Turismo.

A beleza da viagem é realmente tudo o que ouvimos falar e está com amigos não tem preço. Saímos de Joinville as 7h da manhã no sábado chuvoso no total de 17 pessoas, 7 motos e um carro de apoio e a chuva nos acompanhou até a cidade de Colombo e ali começou a nossa aventura 260km da Rodovia Rastro da Serpente e chegamos a Capão Bonito com uma satisfação que conseguimos chegar ao destino e tiramos fotos no O Porthal Rastro da Serpente na famosa Placa que é um cartão postal da Cidade.

Ficamos contente que todos chegaram bem em casa e fica mais uma lembrança da nossa viajem e parabéns a todos amigos que não tiveram medo da chuva e curtiram o passeio.



Vejam as fotos dos nossos passeio Clique Aqui.



ORIENTAÇÕES AOS MOTOCLUBES

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ORIENTAÇÕES AOS MOTOCLUBES
FATOS:
-Funda-se clubes de qualquer forma.
-Utilizam-se nomes que, muitas vezes, sequer se pode pronunciar em público.
-Gente que sequer sabe o que é um motoclube, acha que pode ser presidente.
-O respeito às pessoas, aos motoclubes, aos presidentes, aos diretores, à tradição dos motoclubes deixaram de ser observados.


RESULTADOS:
-Desrespeito pelas instituições;
-Banalização dos motoclubes;
-Aumento de conflitos entre os clubes e seus integrantes;
-Aumento de acidentes;
-Baderna, bagunça.


AUSÊNCIA DE ORIENTAÇÃO
-Não há orientações escritas sobre o motoclubismo, com raríssimas exceções;
-A Federação dos Motoclubes do estado de São Paulo - FMC/SP resolveu criar algumas orientações de maneira a mostrar um caminho a ser seguido por quem quer fazer parte do motoclubismo:


ORIENTAÇÃO Nº 1
-O RESPEITO é a base do motoclubismo;
-A Pátria deve sempre ser lembrada;
-A família deve ser preservada;
-A motocicleta deve ser respeitada;
-O Motoclube deve ser motivo de orgulho;
-O semelhante deve receber respeito.

ORIENTAÇÃO Nº 2 Existirá hierarquia dentro de todos os motoclubes e seus integrantes deverão respeitá-la.

ORIENTAÇÃO Nº 3 Denominações de motoclubes que exponham ao ridículo ou que induzam à violência não devem ser aceitos pela comunidade dos motoclubes.

ORIENTAÇÃO Nº 4 Somente a Diretoria pode falar, principalmente à imprensa, em nome do motoclube.

ORIENTAÇÃO Nº 5 Nenhum motociclista deverá ser admitido em motoclube, sem comprovar ter se desligado totalmente do motoclube anterior ou declarar que não pertencia a clube antes.

ORIENTAÇÃO Nº 6 Aconselha-se que haja um tempo mínimo, entre 3 e 6 meses, para que o motociclista desligado de outro clube, seja aceito em novo motoclube.

ORIENTAÇÃO Nº 7 Nenhum clube deverá aceitar como novo integrante ou componente, motociclista desligado de outro clube, sem que o Presidente do clube do qual o pretendente saiu, seja consultado ou apresente sua anuência.

ORIENTAÇÃO Nº 8 Todos os motoclubes devem possuir ficha de cadastro dos associados, com cópia da CNH, comprovante de endereço, foto e informações pessoais, cujos dados serão sigilosos.

ORIENTAÇÃO Nº 9 Eventuais conflitos entre componentes de motoclubes diferente ou não, deverão ser resolvidos com a diretoria dos clubes envolvidos, para evitar confrontos em eventos de quaisquer espécies.

ORIENTAÇÃO Nº 10
1. Todo Motoclube nascerá como Moto Grupo, com no mínimo cinco motociclistas.
2. Depois de um ano utilizando a expressão MG e se possuir mais de dez integrantes motociclista, poderá utilizar-se da expressão Motoclube, mediante a apresentação de um MC com mais de cinco anos de existência.

ORIENTAÇÃO Nº 11
1. Ninguém movimentará, sentará ou tocará na motocicleta de ninguém, sem permissão prévia do seu proprietário.

ORIENTAÇÃO Nº 12 Nenhum integrante de motoclube poderá tocar ou mudar de lugar a bandeira de outro motoclube, sem a presença de um Diretor ou integrante pertencente ao da bandeira.

FESTA DA ENTREGA DE FECHAMENTO DE COLETE

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Aconteceu no fim de tarde deste sabado (14/01), Na casa do nosso integrante Carlos e Ana, a solenidade de entrega de coletes (coletamento), para dependentes dos Duas Rodas Motogrupo.

Este evento está de acordo com as novas normas estatutárias de nossa associação e visa uma maior integração com nossos familiares e ao mesmo tempo desparear nos mesmos a paixão por motos e desta feita receberam seus coletes, já com o novo, atual e mais moderno Brasão, Carlos e Ana Rúbia e Adriano, Eliana e Quintino, Alba e Helio e Luan Gonçalvese.

Presidente do Moto Grupo o CIDE e DIVANE falou da importância de fazer parte de um moto clube.

Sobre o Duas Rodas Motogrupo:

O Duas Rodas Motogrupo foi fundado em 07 de Abril de 2008, por CIDE E DIVANE em Joinville SC e realizou a primeira eleição para diretoria definitiva, com o estatuto já aprovado. Entre as bandeiras da associação está a divulgação e ensinamentos, a amizade, a cordialidade e a participação em eventos de caráter assistenciais. 

Veja as fotos no Facebook da festa de entrega dos coletes do Duas Rodas Motogrupo

Festa de Encerramento Ano 2016.

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Mais do que simples comemorações, somos quase uma família deve valorizar, estar presente e estimular a participação dos integrantes nas atividades que fazem parte destas celebrações, como festas de encerramento, viagens e passeios. E foi um ano proveitoso, muitas viagens e encontros, e fechamos com chave de ouro melhor não poderia ser e por fim a merecida festa para nos confraternizar e lembrar por que somos o Duas Rodas Motogrupo.

Vejam as fotos no Facebook do Duas Rodas MotoGrupo:






Nossos Atletas do Duas Rodas MotoGrupo

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Apoiar o atleta é nossa obrigação. Estamos confiantes, de que ele trará o título e isso será motivo de muita comemoração para todos nós. Se você tem um sonho, tem que acreditar e não desistir. Vamos todos apoiar os nossos atletas, não de palavra mas, nas pistas!!!! Parabens aos nossos amigos Anderson e Luciane..

Trike Drift com Duas Rodas Motogrupo.

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 Duas Rodas Motogrupo apoiando os nossos integrantes a pratica dos esportes, e conheça um dos esportes que os nossos integrantes Marcio Tillmann e Vinicius Tillmann fazem parte, é o Trike Drift, Criados na nova Zelândia, os DRIFT TRIKES parecem uma evolução híbrida dos carrinhos de rolimã misturados com as bikes bmx, prometendo muita adrenalina para quem gosta de fazer downhill no asfalto. Esses veículos também são chamados simplesmente de TRIKES. Utilizam aro, garfo e guidão de bicicleta bmx na parte dianteira e duas rodas de plástico, que poder ser PVC ou polietileno, na traseira. O assento é um banco de plástico com formato de concha e a frenagem em geral é feita através das manobras e também com os pés, apesar de muitos modelos utilizarem conjunto de freio na roda da frente. Tradicionalmente, os DRIFT TRIKES são utilizados na descida de ladeiras com curvas, local onde os pilotos vão derrapando de um lado para o outro, aproveitando que as rodas plásticas têm menos atrito com o asfalto. Para chegar ao topo dos percursos, os TRIKES são transportados por vans ou rebocados por algum veículo com motor.

Conheça o blog do TDJ  --  www.trikedriftjlle.blogspot.com


Esta é uma imagem para fazer pensar.

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  Serras e estradas de mão dupla com curvas fechadas podem ser bem divertidas para pilotar, mas é preciso manter uma boa margem de segurança. Veículos no sentido contrário 'aparecem' rápido demais para um desvio de traçado. Notem que nesta montagem nenhum dos dois está errado. Portanto, fique atento, escolha uma linha conservadora e boas curvas!

Fonte: https://www.facebook.com/curiosidadesdomotociclismo/?fref=photo

História do Motociclismo.

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Olá amigos do Duas Rodas MG, esse vídeo é um pouco da historia do motociclismo do Brasil, é muito bom, não pecam essa paixão estilo de vida que não para de crescer..







A HISTÓRIA DO MOTOCICLISMO !
Posted by Breno Motta on Segunda, 19 de março de 2012

Ushuaia com www.confrariadoslobos.com.br

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Ushuaia

Fin del Mundo. A emoção de estar lá é indescritível. Pense, você está no extremo sul do Continente Americano.
Para chegar lá, a partir de Rio Gallegos, você ainda terá que passar pela Tierra del Fuego, pelo Estreito de Magalhães. Cruzará a Cordilheira dos Andes. E, e, e (argh!), 128 kms de ´rípio´.

Não se apavore, vamos por partes.

Pode-se usar os roteiros/mapas anteriores (Colônia Sacramento, Puerto Deseado) até Rio Gallegos.

Saindo de Rio Gallegos continue na Ruta 3 para o sul. Não tem o quê errar.

Visual incrível, ´ferry-boat´ na travessia do Estreito de Magalhães, ´Toninas´ (uma espécie de golfinho preto e branco) almoçando, pinguins sendo almoçados, mas, emocionante mesmo é descer e rodar pela - lendária - Tierra del Fuego até Cerro Sombrero.

Aqui começa seu ´test-drive´, onde você será testado pela moto.

Simples. 128 kms de extensão e 15 cm (em alguns trechos chegando a 30 cm) de profundidade de pedras arredondadas, do tipo daquelas de fundo de rio (seichos).

A impressão é que você está pilotando uma moto de 250 Kgs com os pneus furados. Além disso, há dois carreros formados pelos pneus de caminhões e carros que trafegam pelo trecho compactando dois trilhos. Nem pense em sair dos ´trilhos´, se sair só pense em voltar.

Então, use suas habilidades e, com calma, vá.

Cuidado com uns caminhões-tanque que transportam água. Andam em alta velocidade, não se preocupam se vão te dar uma ´pedrada´ ou uma ´fechada´. Sentem-se os ´donos do pedaço´.

Sugiro o pernoite ao final do ´rípio´.
Primeiro, por que a travessia é tensa e cansativa, e, não há lugar melhor para descansar e passar a noite do que em San Sebastian.

Quando você avistar a fronteira entre Chile e Argentina, haverá um pequeno bar a sua direita.

O que identificará o bar é uma simples placa da Coca-Cola.

Mas, há nos fundos do bar um hotel feito com ´containers´. Acredite, é a melhor estadia da região. Camas ótimas, limpíssimas, um chuveiro quente e o mais delicioso ´cordero´ que já comi.
Sem contar a pasta de trutas com torradas e vinho.

No dia seguinte, a Cordilheira será seu troféu.

A travessia será pelo ´Passo Garibaldi´ aproveite, se emocione, sorria, pule, vibre, chore, e reze você fêz por merecer estar no fim do mundo.

Para o pernoite em Ushuaia sugerimos um hotel que não sei mais o nome, mas, é muito fácil de achar.
Fica bem em frente ao supermercado Carrefour. É só perguntar, todos conhecem. O Carrefour claro.

Não deixe de visitar o Parque Nacional de Lapataia a 28 kms de distância.

É lá que fica o marco do Km Zero da Ruta 3 e as margens do Canal de Beagle.

Com ótima infraestrutura, o Parque tem lanchonete, restaurante, loja de ´souvenirs´, banheiros com chuveiros.

Curta, são 14 trilhas muito bem sinalizadas, área para camping e visuais incríveis para fotos.

A cidade de Ushuaia é voltada ao turismo, bons restaurantes, acolhedora.

Interessante é a mudança do tempo, em cinco minutos você sai de um clima de verão para inverno extremo. Ventos fortes são rotineiros.

Mas, tudo isso é espetacular lembre-se: Você está no Fim do Mundo.

Ushuaia. Uma Viagem ao ´Fim do Mundo`.
Janeiro de 2008.

Duas Rodas Motogrupo.

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É um grupo familiar formado por casais que se reuniram para curtir o motociclismo com responsabilidade, viajar, fazer novos amigos, ações sociais, acampamentos etc.

Motoclube: Duas Rodas Motogrupo

Integrantes: 24

Presidente: Sidnei Gomes

Telefones: (47) 34365329

Fundação: 07/04/2008

Características: Turismo e Lazer

Endereço: Rua Plácido Affonso Rausis 423

Cidade: Joinville

Estado:SC

CEP: 89213600

Reunião: Mensal

Local: Sede

emails: Sidnei_garcia@pop.com.br

duasrodas_motogrupo@hotmail.com


Como montar um motoclube?

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Reunir amigos para viagens de moto pode ser mais seguro e divertido.

É importante que você saiba que existem vários tipos de formação de grupos. Existem as confrarias, as irmandades, os motogrupos e motoclubes.

Há quem prefira andar só ou não ser ligado a nenhum grupo, mas existem aqueles que desejam andar em grupo e desfrutar das vantagens de fazer parte de um motoclube. Antes, é bom deixar claro que é necessário ter vocação para andar em grupo. Há regras e tem que saber andar junto. O espírito de solidariedade, comunidade e convivência são fundamentais para quem deseja vestir essa camisa. Alguns não se adaptam aos horários de saída e chegada, formação, esperar por alguém que se atrasou ou que teve problemas, enfim, deve entender que o problema de um pode ser de todos também. E, principalmente, ter muita paciência e bom humor.

O mesmo vale para as vantagens e elas são muitas. A primeira refere-se a segurança. Em grupo os riscos de você não ser visto ou de ser assaltado são bem menores. Outra vantagem está nos custos com hospedagem que caem consideravelmente e você ainda não tem o aborrecimento de ficar procurando hotel que aceite a sua moto no estacionamento. Comprar em grupo é também uma vantagem que os grupos de motociclistas possuem em relação a quem anda sozinho e claro, o espetáculo que é entrar numa cidade em grupo. As portas se abrem muito mais facilmente para um grupo do que para um motociclista solitário.

As Confrarias

As confrarias são formadas por pessoas que utilizam o conceito de grupo para obter vantagens quando em viagens. Segundo o dicionário, são formadas pelo conjunto de pessoas que se associam (como irmãos), tendo em vista interesses e objetivos comuns. Uma delas é o Brazil Riders. Os Riders não são um motoclube, mas operam através do conceito de que um BR rodando no Brasil tem o apoio dos BRs estaduais. Eles se organizam na forma de Conselheiro, Master e o membro. Essa formatação é interessante, pois além de fazer amigos e poder gozar de suporte de outros motociclistas em outros estados eles ainda podem seguir suas próprias regras de horário e tempo de viagem, além de não pagar mensalidade.

Segundo relatado no site oficial dos BR´s  foi por volta de 1998, o popular Gau (João Gonçalves Filho) em suas andanças pelo Norte do Brasil, recebeu apoio do motociclista Aires do Amaral, quando passou pelas péssimas estradas da Região Amazônica. A partir desse episódio, Gau sentiu necessidade de criar uma rede de apoio aos motociclistas viajantes, algo sem qualquer preconceito com relação a estilo ou tamanho da motocicleta e poucas regras, afinal essas são detestadas pelos motociclistas, pois moto é um dos símbolos mais representativos da liberdade, ainda segundo o site.

Além de apoio, Gau costuma dizer que “Não tente consertar o mundo com sua moto, seja apenas um canalha a menos...”, ou seja, nascia a concepção e filosofia do Brazil Rider’s como a conhecemos atualmente, focado no “motociclismo de viagem” através do objetivo principal: “possibilitar ajuda mútua aos motociclistas em viagem pelo Brasil e Exterior, através dos seus integrantes cadastrados no site”, porém, não necessariamente atrelado a isso para interagir interna e externamente.

Decorridos cinco anos e quatro Convenções Nacionais (Juatuba-MG, Vila Velha-ES, Guarujá-SP e Campina Grande-PB), com nova estruturação de lideranças, dentre esses os Conselheiros Estaduais e com cerca de 3.000 integrantes, o Brazil Rider’s transformou em realidade o sonho do seu idealizador, dando apoio virtual ou pessoal a inúmeros motociclistas em viagem, se confraternizando mutuamente nas suas localidades ou Estados e conhecido além do Brasil, afinal, seu nome (com “z”) foi concebido para isso.

As Irmandades

O maior do Brasil em quantidade de membros

O Bodes do Asfalto é baseado na maçonaria. Existem ainda as irmandades as quais, segundo o dicionário, são formadas em cima de objetivos fraternos, ou de similaridade entre irmãos, companheiros de classe, credo etc. (nada a ver com racismo ou coisa semelhante). Esta definição pegou, em parte, um cunho preconceituoso por conta de irmandades popularmente sectárias e exclusivistas, por que não dizer aquelas que fazem apologia ao racismo. O conceito irmandade, na sua essência é uma das mais bonitas e significativas formas de se organizar um grupo, desde que seja para o bem comum. Estes são formados por motociclistas de uma determinada classe social.

Apesar de adotar o formato Motoclube, os Bodes do Asfalto são na realidade uma irmandade, pois segundo sua história, publicada no site oficial, o Moto Clube Bodes do Asfalto foi idealizado por Edson Fernando Sobrinho, sendo fundado em 01 de agosto de 2003, e está sediado na cidade Feira de Santana – Bahia e possui representações em diversas cidades do Brasil e no exterior. A ideia do motoclube surgiu de conversas entre Maçons integrantes da lista de discussão Atalaia, sendo inicialmente planejado para apoiar os Maçons Motociclistas, os quais, quando em viagem, viessem a necessitar algum tipo de ajuda, o “Moto Clube” aproximaria, através da fraternidade, os irmãos motociclistas com os irmãos das cidades onde ele passará.

Os Motogrupos

A figura do presidente não existe. Mas do líder. Os motogrupos podem possuir ou não estatuto, nem classe social, preferência por determinadas cilindradas ou regras de formação. O foco deles é sempre a amizade e a tradição. Eles geralmente possuem uma liderança informal e quase vitalícia, geralmente ocupada por pessoas mais antigas ou experientes. A figura do presidente não existe. Geralmente o líder é chamado de ‘professor’ ou ‘mestre’ e isso é uma forma do grupo valorizar a tradição e o respeito pelos vários anos e milhares de quilômetros rodados. A liderança pode ser abdicada em favor de outro a ser escolhido pelo grupo, mas geralmente isso não acontece, pois este princípio – o da tradição e da experiência – são os que mais importam. Apesar disso, os MGs são muito organizados e influentes, pois são formados geralmente por ex-integrantes de outros MCs.

O FOX Motogrupo é um deles. O grupo foi formado em janeiro de 2000. Os participantes do Fox são ex-integrantes de outros motoclubes como Socyte Motocycle, Gênesis, Esquadrão do Asfalto e Grupo de Amigos Motociclistas do Ceará – GAMCE. Os fundadores do Fox (Maurício Ibiapina, Marco Fábio, Gomes e Joaquim Neto) desejavam que o seu grupo fosse mais do que um motoclube, deveria ser um grupo de amigos. Uma das características dos fundadores é a longevidade da amizade de seus integrantes, pois alguns são amigos desde a Década de 70.
Juntos com a turma do FOX, com o Professor nos braços

Segundo Maurício, o líder do grupo, o estatuto demorou cerca de dois anos para ser concluído, pois não tinha pressa e sempre tinha algo a ser discutido. Inicialmente a ideia era a de fazer um grupo fechado, mas acabaram decidindo aceitar novos integrantes, isso depois que o novo integrante passar por um bom período de observação. A ideia não é de quantidade, mas sim de qualidade. Hoje o grupo conta com mais de quatorze integrantes.

O dia de encontro semanal do grupo é nas quarta feiras, mas sem local definido. A sistemática para a escolha é bem interessante: cada integrante, por ordem alfabética, escolhe o próximo encontro, desde que tenha participado do encontro anterior. Dessa forma todos ficam satisfeitos. Inicialmente o encontro era às quintas, mas Maurício (O Professor) ressalta que ficar em um local só, normalmente churrascarias, acabou não dando certo, pois no começo o atendimento é uma maravilha, mas com o tempo a qualidade do serviço vai caindo, dessa forma a regra é variar.

Mauricio conta que o grupo viaja bastante e que as viagens são escolhidas aleatoriamente, não existindo uma agenda a ser cumprida, depende da disponibilidade de tempo de cada um. Para ser parte do grupo é necessário primeiro um “estágio probatório”, sem tempo determinado, pois é necessário conhecer o comportamento no grupo do novo integrante, e, a melhor forma, segundo Maurício, são as viagens. Caso este seja casado, a esposa também é convidada a participar e fazer parte do grupo, pois todos devem ser conhecer e ter bom relacionamento. O grupo é bem rigoroso nesse aspecto, pois, segundo eles, assim se mantém a qualidade.

Os Motoclubes

Os motoclubes são entidades sem fins lucrativos geralmente organizados com base em um "Estatuto" ou "Organograma", onde são definidas a sua denominação, sede, patrimônios, e os representantes, como presidente, vice-presidente, diretor regional, secretários, tesoureiros, diretor financeiro, diretor de eventos, entre outros, além de definir as funções de cada um perante a associação. Um estatuto que dita as regras do moto clube e que devem ser seguidas por todos os seus afiliados.
Uma grande família

Voltando de São Paulo, onde estava morando havia cerca de cinco anos eu levei junto minha moto e chegando a Fortaleza, Ceará, decidi que iria criar um MC. Na mesma época eu estava lendo um livro chamado Guerreiros do Sol, de Frederico Pernambucano, um especialista na história verdadeira do cangaço e a sua originalidade no mundo. Nada existe de igual! Pernambucano consegue traçar pelas mais de 300 páginas de seu livro o perfil do cangaceiro que muito se assemelha a um Ronin. Os Ronins viviam no Japão da Idade Média e eram samurais sem dono. Excelentes guerreiros e mestres, os Ronins eram quase que sagrados. No Brasil, mais precisamente no Nordeste, na área que abrange boa parte dos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, os Guerreiros do Sol reinaram soberanos por muitos anos.

O ponto de partida eram os detalhes da indumentária, o isolamento do Nordeste Brasileiro no início do Século XX e a forma como se organizavam. Ficamos fascinados com tudo que lemos a ponto sugerir batizar o MC com o nome de Guerreiros do Sol. O perfil, as motivações, as verdades e mentiras daqueles que fizeram da região aonde a lei não chegava e o senhor era chamado de coronel: A Terra dos Guerreiros do Sol. Decidimos então homenagear a cultura deixada por eles: o xaxado, as roupas, o conhecimento, as táticas de guerrilha (utilizadas hoje por nossos militares, inclusive contra guerrilha urbana), a inteligência, a teimosia em sobreviver e viver em um ambiente hostil, diferente de tudo no mundo. Sua poesia, seus perfumes, bebidas, amores, código de honra e encantos. Sua coragem! Uma das motivações que nos levaram a fazer essa homenagem foi ter a honra de relembrar um pouco dessa história carregando na motocicleta a marca daqueles que sempre foram Guerreiros do Sol. Gostemos ou não, essa é uma parte muito rica da nossa história, que resgatamos sem os preconceitos do passado. Existe uma unidade do Exército Brasileiro (Batalhão de Caatinga) cuja a indumentária é basicamente a utilizada pelos cangaceiros e eles desfilam no 7 de Setembro e são muito aplaudidos.

A logo que foi criada e junto com ela toda uma programação visual, tinha como objetivo montar um MC modernizado, porém respeitando as tradições dos bons motoclubes sem perder a cara Out of Law, mas dentro do espírito AMA-US. O MC começou com quatro pessoas: Sucupira, Valdemar, Ivan e Danilo e hoje são 18. Os quatro motociclistas nutriam, além da paixão pelo motociclismo, o desejo mútuo de reunirem um grupo de amigos para passeios e viagens de moto, a partir de uma lista de proprietários de motos Mirage da Kasinski (na época), e assim nos reunimos e então formamos o núcleo fundador de um motoclube que foi fundado oficialmente em 15 de dezembro de 2004.
Na estrada

A reunião era semanal para falar de amenidades, contar histórias, falar de motos e organizar próximas viagens. Em 2005 os Guerreiros do Sol fundaram na cidade de Iguatu - a 380 km de Fortaleza - a primeira facção de um motoclube da história do Ceará. Os poucos integrantes formaram uma família. Fizeram uma grande festa de aniversário - coisa inédita na época em se tratando de MCs de capitais do Nordeste. Apareceram em vários programas de TV e em um deles entraram ao vivo, no estúdio, com a apresentadora na garupa. Participam de todas as campanhas que surgem: filantrópicas, campanhas de educação no trânsito, educação sexual, Fortaleza Motorcycle, doação de sangue, etc. Fizeram um mini encontro para batizar a facção que era formada por outros grandes motociclistas do local e que fechou o ano com chave de ouro, com a doação de 600 brinquedos e 80 cestas básicas a famílias carentes e abrimos o desfile militar do ‘7 de Setembro’ a convite do Exército Brasileiro, pois boa parte dos Guerreiros do Sol havia servido a esta arma. Esta foi a primeira vez que um MC fez isso no Brasil.
Pelas estradas do Nordeste uma das marcas dos Guerreiros do Sol sempre foi a organização e a disciplina nas viagens em grupo. A formação era impecável, até mesmo para estacionar e sair com as motos. Chamava a atenção e havia todo o cuidado de fazer muito bem feito a ponto de o grupo dar nota para a formação. As mulheres eram um capítulo à parte e são chamadas de Amazonas. Elas ajudavam na recepção de todas as garupas que chegavam com os novos membros. Éramos um grupo formado por casais de motociclistas, tanto que fizemos uma Guerreira do Sol, a Graça, esposa do Guerreiro Pablo. Uma curiosidade: Nos Abutres, as garupas são chamadas de carniça... Acredito que há um duplo sentido nesta nomenclatura (risos).

Todo mundo pára para ver um comboio passando

A marca do MC Guerreiros do Sol foi criada a partir de uma pesquisa visual que tinha como objetivo identificar elementos que permeiam duas culturas aparentemente incompatíveis: a Cultura do motociclismo e a cultura nordestina. Durante a pesquisa foi percebido que estes dois ambientes tem alguns elementos semelhantes. A caveira que faz parte da marca e é um elemento comum à cultura do motociclismo, ganhou um chapéu de cangaceiro como característica nordestina e os pistões representam as motocicletas e sua força. Todos estes elementos ganharam um traço rústico e típico da arte nordestina que é a xilogravura. O círculo amarelo no fundo representa o sol que faz alusão ao nome do motoclube e por ser a luz algo marcante no Nordeste e nas suas estradas. O design do site também buscou elementos de interseção entre Nordeste e Motociclismo - o asfalto de primeiro fundo e o couro cru, típico das roupas dos cangaceiros como segundo fundo.

Motoclubes: uma tradição de quase 100 anos. O MC desenvolveu estatuto, manual de deslocamento e manual de identidade visual e ainda realizavam periodicamente provas para avaliar os conhecimentos a respeito do estatuto, das regras e normas de segurança, leis de trânsito e deslocamento em grupo, inclusive relacionamento interpessoal. Para ser um Guerreiro do Sol era necessário antes passar por uma etapa de avaliação que durava no mínimo seis meses. Primeiro era necessário vir apresentado por outro Guerreiro batizado. O pretendente ou aspirante recebia o nome de Jagunço. Seis meses depois seu nome será posto em votação e se aprovado por unanimidade ele seria aceito como apto a ser batizado e nesse período era um ‘Cabra da Peste’. O batizado sempre ocorre na data de aniversário do MC ou em uma ocasião especial como o aniversário da Facção. O batismo é feito pelo padrinho que pede que seja lido o juramento o Guerreiro do Sol que é: “A estrada como história. O Céu como testemunha. O horizonte como desafio. A vida como um prêmio de Deus.” Depois disso derramam cerveja na cabeça do novo Guerreiro.

União

Mesmo adotando todo cuidado de andar em formação, usar corretamente os equipamentos de segurança, de cuidar do companheiro que está atrás (o ala) e não termos registrado nenhum acidente em viagens oficiais do MC, perdemos o irmão Thelmo Maia Nunes em um acidente na BR-116 onde ele foi colhido, viajando sozinho, por um carro vindo na contra-mão. Abatido o grupo tratou de homenagear o companheiro que era professor universitário e preparador de atletas olímpicos de Iron Man Brasil. Thelmo era apaixonado por motos, tanto que morreu indo em viagem a trabalho quando fiscalizaria uma turma de pós-graduação em Russas, Ceará.

Os Guerreiros do Sol e todos os MCs e MGs de Fortaleza organizaram um cortejo, em formação de escolta com apoio de viatura do Batalhão de Choque e da P.R.E (que sempre foi apoiado pelos MCs nos seus eventos, pois alguns policiais são motociclistas). No momento da descida do caixão todas as motos foram ligadas e realizamos um minuto de aceleração máxima numa última homenagem ao Guerreiro Thelmo que deste dia em diante recebeu o nome de Guerreiro do Céu. O MC hoje está em fase de reformulação devido a falta de tempo por parte da maioria dos seus membros para dedicarem-se as coisas do MC, fruto desta vida louca que vivemos. Porém, o espírito e a amizade continuam as mesmas. O glamour dos MCs pode até estar diminuindo, mas não a vontade de andar junto.

Uma paixão por motos e pessoas. Lembre-se que a motocicleta é a ferramenta que nos une e nos aproxima chegando quase a nos apresentar para sermos amigos. O motociclismo em grupo ainda é uma das formas mais legítimas de expressar o espírito estradeiro. Ainda hoje quando vejo um grupo passar em formação não posso deixar de me emocionar a ponto de sentir um friozinho na espinha com vontade de estar no meio daquele burburinho de emoções.

Autor: Luís Sucupira


Fonte: Motonline

Transporte de gasolina em longas viagens de moto

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Confiar na autonomia da moto e na sorte em encontrar um posto de combustível pode não ser o suficiente...
Em destinos de viagens mais longas, como Deserto de Atacama e Ushuaia, é normal em longas viagens de moto na América do Sul, em alguns trechos, motociclistas levarem gasolina adicional em garrafas e recipientes. 



Ir para o Deserto de Atacama no norte do Chile, para o Ushuaia no extremo sul da América (cidade argentina) ou destinos na Bolívia, já virou programa "quase obrigatório" para motociclistas que curtem longas viagens. Informações sobre o trajeto não faltam na Internet, visto que milhares de motociclistas já foram para tais locais e muitos relatam suas experiências.
Um bom planejamento contempla pesquisar sobre o caminho, saber nos pontos mais críticos onde aproximadamente ficam os postos de combustíveis e claro, num ou mais trechos, levar gasolina adicional, no mínimo por segurança.
As condições climáticas (muito vento como ocorre na Patagônia) e geográficas, altas altitudes como ocorre na região do Atacama, afetam diretamente o consumo de combustível de uma moto, sem contar, com o peso devido as bagagens e as diversas qualidades da gasolina que temos disponíveis durante uma longa viagem.
Pode ocorrer (e é frequente), por exemplo, que determinado modelo de moto que faz normalmente 16km/litro, em condições diversas, como essas citadas, fazer 12 ou 13km/litro, talvez até menos.


Foto pelo motociclista Roberto Santoro

Visto isso, num trecho e outro, vale a pena levar gasolina adicional, tipo 5 ou 10 litros, em recipientes apropriados. Em postos de gasolina do Chile, por exemplo, da rede Copec, existem recipientes apropriados de plástico rígido, para o transporte de gasolina. No Brasil, se procurar bastante, também achará.
Outra dica óbvia, é conforme o trecho que está cruzando ou problemas que ocorram - greves de distribuidoras de combustíveis, por exemplo, ocorre com certa frequência na Argentina, por isso, sempre abasteça quando tiver oportunidade nos trechos críticos.
Tendo necessidade de transportar gasolina adicional, use sempre recipientes apropriados para esse fim. Não é recomendado usar garrafas pets nem recipientes usados para detergentes e outros produtos químicos, pelo risco de vazamento. Segurança sempre em primeiro lugar.
Vale dizer que no Brasil, por lei, é proibido o transporte de combustíveis em garrafas plásticas.
A dica é estudar o roteiro da viagem, usar o auxílio de se levar gasolina adicional só nos trechos críticos (raros na América do Sul) e nesse caso, sempre colocar o combustível adicional assim que tiver espaço no tanque, reabastecendo o tanque e o recipiente com a gasolina adicional (caso necessário) no próximo abastecimento, evitando assim, rodar por longos trechos levando-se o combustível adicional. Simples assim.

Fonte: Policarpo Jr - RockRiders.com.br